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Em 10 anos de PIX dinheiro em circulação será reduzido a um terço

Por Boanerges Ramos freire Como se não bastassem todas as vantagens já conhecidas dos pagamentos eletrônicos, a pandemia do COVID-19 reforçou a necessidade de evitarmos o quanto antes a circulação de dinheiro em cédulas de papel. Felizmente a solução já está a caminho e atende pelo nome de PIX. Em 2019 cerca de 31% de todos os valores pagos pelos consumidores brasileiros aconteceram com a utilização do dinheiro vivo, mas essa proporção deve diminuir rapidamente com a entrada em funcionamento do novo sistema de pagamentos instantâneos prevista para acontecer em novembro de 2020. Com esse novo método, em 10 anos (2029), a movimentação de notas e moedas na economia do país deve sofrer uma redução de quase dois terços. A expectativa é de que, ao final desta década, apenas cerca de 11% dos valores pagos pelos consumidores sejam feitos pelo instrumento mais tradicional, com tendência de continuar diminuindo nos anos seguintes. Esta é uma das principais constatações do estudo que desenvolvemos intitulado “Pagamentos Instantâneos em contexto. Como pagamos: passado relembrado, presente vivido e futuro imaginado”. Num cenário considerado conservador, em 2029 os pagamentos instantâneos já movimentarão um montante de R$ 727 bilhões, que representaria 11% de um total de R$

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